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31 de mai de 2011

Entrevista com Adriana Holtz por Pepê Mata Machado

Entrevista com Adriana Holtz


por Pepê Mata Machado
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ENTREVISTA EXCLUSIVA PARA CELLOBRAZIL!!!!
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Ao final do workshop* com Adriana Holtz no SESC Vila Mariana, no primeiro semestre de 2010, perguntei se ela faria uma entrevista comigo para o site, esclarecendo para nós alguns pontos da sua técnica, e contando-nos um pouco da sua rotina agitada na cidade de São Paulo como integrante da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e do conjunto de câmara Quintal Brasileiro, afora outros projetos.
A entrevista foi concedida por e-mail e é publicada com exclusividade aqui no:

http://cellobrazil.blogspot.com/





30 de mai de 2011

MÚSICA E SUA ARTE-GRUPO DE ESTUDOS DO CENTRO EXPERIMENTAL DE MÚSICA DO CEM.ORQUESTRA- ESTÚDIO DE CORDAS- MAIO DE 2011.Prof. Leonel Dias

A música é, ao mesmo tempo, uma arte e uma ciência. Portanto, ela deve ser, ao mesmo tempo, emocionalmente apreciada e intelectualmente compreendida – e, como em qualquer outra arte ou ciência, nela não existem atalhos para alcançar mais depressa a mestria ou o conhecimento.O apreciador de música, que gosta de ouvi-la mas não entende sua linguagem, é como o turista que vai ao estrangeiro nas férias, encanta-se com a paisagem, as gesticulações dos nativos e o som de suas vozes, mas não consegue entender uma palavra do que elas dizem. Sente mas não podem compreender....


Prefácio do livro OPUS-86 – INTRODUÇÃO À MÚSICA OTTO KÁROLYI-Fonte: - –Ed. Martins Fontes




SONS E SÍMBOLOS


Som: o material da música


No princípio, podemos supor, era o silêncio. Havia silêncio porque não havia movimento e, portanto, nenhuma vibração podia agitar o ar – um fenômeno de fundamental importância na produção do som. A criação do mundo, seja qual for a forma como ocorreu, deve ter sido acompanhada de movimento e, portanto, de som. Talvez seja por isso que a música possua tal importância mágica para povos primitivos, significando frequentemente vida e morte. Ao longo de toda a sua história, em todas as suas diversas formas, a música manteve sempre sua significação transcendente.


O som só pode ser produzido por uma espécie de movimento. O movimento (ou vibração) proveniente de um corpo vibrátil – por exemplo, uma corda, ou a pele de um tambor – gera ondas de compressão que viaja através do ar até nosso ouvido. A velocidade com que o som viaja desde o corpo vibrátil até o ouvido é de cerca de 340 metros por segundo. Essa velocidade muda naturalmente de acordo com as condições atmosféricas. Além do ar, existem outros meios capazes de transmitir o som, como a água, a madeira, etc.;


Tratando-se principalmente do som “musical” e de seu uso artístico, nosso veículo transmissor de som é o ar.

 
ALTURA, VOLUME E TIMBRE


Altura


A percepção de altura é a capacidade para distinguir se um som musical é mais baixo (grave) ou mais alto (agudo) que outro. A freqüência (número de vibrações por segundo) do corpo vibratório é o que determina a altura de um som. Quanto mais alta for a freqüência de um som, maior a sua altura; quanto mais baixa a freqüência, mais baixa a altura. Os físicos demonstram isso com o seguinte experimento:


- Uma peça de metal é fixada de modo que fique em contato com uma roda dentada; quando a esta se imprime um movimento giratório, são produzidas vibrações no ar. Se a roda tiver, por exemplo, 128 dentes e, graças a um motor de rotação variável, a fizermos girar duas vezes por segundo, obteremos um som de 256 vibrações, ou ciclos por segundo (c/s). Se fizermos a roda girar uma vez por segundo, teremos um som de 128 vibrações, que será mais baixo que o som anterior, e assim por diante.


O limiar inferior da nossa audição é de cerca de dezesseis a vinte vibrações por segundo; o limiar superior, situa-se em torno das vinte mil vibrações por segundo. O que melhor ilustra o limite da extensão normal do som musical é o fato de que um coro misto produz sons entre as freqüências de 64 c/s e 1.500 c/s, e um piano de concerto de cauda inteira (com um teclado mais extenso do que um piano doméstico) de cerca de 10 c/s a 4.176 c/s.

Volume

Vimos que a altura de uma nota depende inteiramente da freqüência de sua vibração. O volume de uma nota depende da amplitude da vibração. Uma vibração mais (ou menos) intensa produz sons de maior (ou menor) volume*.


Muito volume (forte)   -  ~~~~~~~~~~~~~ 


Pouco volume (piano) -  ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


* Tratando-se de maior ou menor volume, é incorreto, do ponto de vista da terminologia musical, falar em som mais alto ou mais baixo, como se diz na linguagem corrente. Como vimos, altura de um som é coisa bem diferente de seu volume, e a ela se referem os termos altos (agudo) e baixo (grave). Os termos musicais corretos para muito e pouco volume são forte e piano .(N.R.)


Timbre


O timbre define a diferença de cor do som quando a mesma nota é tocada por diferentes instrumentos ou cantada por diferentes vozes. Assim, a “cor” de uma nota habilita-nos a distinguir diferentes instrumentos tocando a mesma música. Ninguém achará difícil distinguir o som de um trompete do de um violino. Mas, por que? Neste ponto intervém um dos mais fascinantes fenômenos acústicos: os harmônicos . A freqüência característica de uma nota é apenas a freqüência fundamental de uma série de outras notas que estão presentes simultâneamente à básica. A essas notas dá-se o nome de harmônicos (ou sons parciais). A razão pela qual os harmônicos não são distintamente audíveis é que a intensidade deles é menor do que a do fundamental. Mas eles são importantes porque determinam o timbre de uma nota e também proporcionam brilho ao som. O que no habilita a distinguir o timbre de, digamos, um oboé do de uma trompa é a instensidade variável dos harmônicos das notas reais tocadas.


O leitor pode imaginar que complexo padrão ondulatório uma grande orquestra produz!

Fonte: OPUS-86 – INTRODUÇÃO À MÚSICA OTTO KÁROLYI-Fonte: - –Ed. Martins Fontes


Publicação blog: (http://empausas.blogspot.com)


ElSA REGIS DOS ANJOS – VIOLINO




21 de mai de 2011

Tchaikovsky Nutcracker Suite - Russian Dance Trepak

Vivaldi quattro stagioni - La primavera

Carmen: Habanera performed by ULM Concert Choir & Orchestra

Coro Esclavos Hebreos (Va Pensiero), Verdi - Coro UdeC

NABUCCO - Coro dos Escravos Hebreus (Verdi)

Música no Museu

Quando : dia 22-05-2011.






Local : Museu da Casa Brasileira, Av. Brig. Faria Lima n. 2705, próximo ao Shoping Iguatemi e Clube Pinheiros.




Horário : 11:00 horas


Quem : Seis com Casca


Instrumentos : Piano, Contrabaixo acústico, Violino, Vibrafone e Bateria, Guitarra Elétrica.


Músicas de Astor Piazzola, Nino Rota , Bach, etc.


Alto nível.
 
 
Luiza Guerreiro

20 de mai de 2011

ORQUESTRA


Definição

Uma orquestra é um grupo musical típico da música clássica. Uma orquestra de pequena dimensão é chamada de orquestra de câmara. Já uma orquestra de grande dimensão é conhecida como orquestra sinfônica ou orquestra filarmônica.
A diferença entre estes dois tipos de orquestra é que a filarmônica é fundada pelos integrantes que a compõem, enquanto na sinfônica os integrantes são recrutados através de concurso público 
A origem da palavra orquestra vem do teatro da Grécia Antiga, sendo que este termo indicava a área compreendida ao espaço dedicado ao público (usado pelos dançarinos e instrumentistas) e o palco cênico.
 Uma orquestra sinfônica ou filarmônica formada normalmente por 50 a 100 instrumentistas. A orquestra de câmara costuma ter até 40 integrantes.
As óperas também costumam ser acompanhadas por uma orquestra.

Fonte: Imagens-google search
texto: www.suapesquisa.com



19 de mai de 2011

15 de mai de 2011

“A arte na mecânica do movimento”

Fiesp traz exposição “A arte na mecânica do movimento”




Redação em 27/04/11






Em parceria com o Município Sainte-Croix (Suíça), a Galeria de Arte da Fiesp traz a arte da mecânica em exposição, com curadoria do historiador Lucas Bittencourt.






“A arte na mecânica do movimento”, começou no dia 19 de abril e vai até 30 de junho, às segundas-feiras, das 11h às 20h, de terça à sábado, das 10h às 20 e aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é Catraca Livre.


veja mais:   http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/04/fiesp-traz-exposicao