Loading...

23 de dez de 2011

MENSAGEM DO MAESTRO MURILO ALVARENGA - ORQUESTRA PINHEIROS


Meus amigos,

Que ano! Tão cheio de emoções, tão farto de realizações e, parafraseando um espectador revelado pela Cris Moura: “... fechou com chave de ouro!” (o ano!).
Me orgulho do trabalho realizado, me envaideço com os elogios ao resultado, que não é só meu mas de todos os que participam e dedicam tanto carinho ao que fazemos.
Criamos emoções e recebemos emoções, levamos a mais gente essas emoções como por exemplo no domingo passado, quando quebramos (de novo) o recorde de publico com 609 pessoas, aplaudindo, cantando gritando e tão genuinamente recebendo as canções do Natal, da esperança, da ressurreição, da maravilhosa graça, da ingenuidade e pureza das crianças com suas perninhas balançando no ritmo que nós proporcionamos, do sol deslumbrante que nos recebeu com seu calor.
Creio que todos vocês receberam seus próprios (e merecidos) elogios, dos amigos, dos conhecidos e desconhecidos. Fizemos 2 espetáculos de Natal, um no sábado absolutamente perfeito: som perfeito, execução perfeita, qualidade irretocável e outro no domingo, com tudo isso e mais o calor do sol da manhã, da beleza do jardim e da recepção tão calorosa! Eu não vejo o publico por dever de ofício, mas via em vocês o reflexo das emoções que produzimos e recebi por parte de amigos, conhecidos e estranhos (!) os mais vigorosos elogios ao Coral, a Orquestra e a mim que me emocionaram demais, e por isso eu digo a vocês: muito obrigado por existirem, acreditarem em mim e dedicarem ao que fazem tamanho empenho e rigor – vocês são todos (TODOS) os melhores, os mais carinhosos, as melhores pessoas que alguém poderia ter ao lado para qualquer realização ainda mais para o que fazemos: música!

Quero estender os meus agradecimentos aos que não aparecem no palco (mas estão conosco), aos que deixaram o grupo (por razões pessoais diversas), aos que se foram cedo demais (levam um pedaço do nosso coração e nos deixam toda a alegria da sua presença) – Obrigado Carmo!

Feliz Natal, Feliz Chanuká, Feliz Ano Novo!
Que em 2012 todos os nossos sons sejam música!
A Orquestra Pinheiros completará 10 anos com muita energia para continuar crescendo e levando orgulho a todos os que participam e aos que nos acompanham.
O Coral do Esporte Clube Pinheiros (agora visto em mais de 160 países – levando o Natal para milhares de pessoas) com beleza, alegria e competência.
O Esporte Clube Pinheiros que terá na Cultura um conteúdo que completa a força do esporte.  (Obrigado Cecilia, Marcus e Kauê).
Obrigado Lena McCardell pela confiança e pela força nos desafios.

Tenhamos todos Boas Festas, boas férias e até janeiro (dia 10 para a Orquestra e dia 11 para o Coral) –e vamos a mais um ano!!!
A vida é ao vivo, mas a arte tem ensaio!!!

Murilo Alvarenga
txtqrcode

8 de dez de 2011

ORQUESTRA DO TEATRO LÍRICO DE EQUIPE NO TEATRO SÃO PEDRO

AMIGOS,




A ORQUESTRA DO TEATRO LÍRICO DE EQUIPE - OTLE, SE APRESENTARÁ NO TEATRO SÃO PEDRO, DIA 8/12 , QUINTA, ÀS 20H.



Repertório: Concêrto para Viola e orquestra de TELEMANN, Concêrto para violão e orquestra de VIVALDI e músicas natalinas... com a regência do maestro MARCUS CARVALHO.



Temos amigos em comum tocando juntos.



SEGUE O LINK DE DIVULGAÇÃO:



www.apaacultural.org.br/saopedro/



Beijos, Luiza Guerreiro

24 de nov de 2011

MÚSICA EM CENA - SEGUNDA SESSÃO-ORQUESTRA PINHEIROS


Sujeito à lotação e o teatro tem capacidade de aproximadamente 250 pessoas. (Mas, divulguem bastante!!!)

De carro:
- Entrada pela rua R. Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271 (link do mapa - http://g.co/maps/hxuns)
- Há uma indicação na guarita, escrito UNESP.
- Vindo do estacionamento, o prédio que você irá adentrar já é o Instituto de Artes. O teatro se localiza no 1º andar.
- A entrada de carros é liberada e gratuita, tanto para os músicos, quanto para quem vai assistir.

De metrô/trem:
- Saindo da catraca do metrô, ou do trem na Barra Funda, vire a esquerda. (Sentido contrário ao Memorial e à Uninove)
- Vá até o fim do corredor, onde haverá uma rampa e uma escada.
- Desça qualquer um dos dois e logo irá se deparar com uma grade verde. Esta é a Unesp.
- A entrada é por um portão horizontal de correr, que provavelmente estará encostado, onde há uma guarita.
- É só abrir e entrar. O teatro se localiza no 1º andar do prédio à esquerda (Instituto de Artes).

Desde já agradeço a paciência e disponibilidade de todos.


Camila Aoki

28 de out de 2011

APRESENTAÇÃO: ORQUESTRA DO TEATRO LÍRICO DE EQUIPE - TLE

A Orquestra do Teatro Lírico de Equipe que se apresentará sob regência do Maestro Marcus Carvalho na ACM Rua Nestor Pestana 147 auditório do 1° andar dia 30 de outubro - próximo domingo, às 15h horas. Entrada Franca.


No Repertório, Vivaldi, Schubert e ária de óperas

14 de out de 2011

ORQUESTRA DO TEATRO LÍRICO DE EQUIPE - OTLE


A Orquestra do Teatro Lírico de Equipe, sob a batuta do Maestro Marcus Carvalho estreou em maio de 2007, no Theatro São Pedro, na cidade de São Paulo. Constituída por estudantes e professores, seu repertório é composto de óperas completas, aberturas, intermezzos, árias de ópera e peças de concerto. Atualmente, os ensaios da orquestra ocorrem na sede da ACM (Associação Cristã dos Moços).

ORQUESTRA TLE - O MAESTRO


Formado em piano pelo Conservatório Paulista de Música e Artes, estudou com Mto Ettore Pescatore, Haidee Spanopoulos, Cláudio de Brito e Mto Nasari Campos. É bacharel em Composição e Regência pela Faculdade de Música do Inst. Musical de S. Paulo, com: R. Schonorenberg, J. Koellreutter, J.W.Faustini e R. Bolonha. Estudou também com o Maestro Eleazar de Carvalho e formou-se em canto lírico, estudando com Mariinha M. Lacerda, Ula Wolf, Marta Herr, H. Gregori e E.P.Gonçales. É participante do Movimento Coral do Estado de São Paulo.; já se apresentou regendo orquestras, bandas e corais no Teatro Municipal, Teatro Cultura Artística, Theatro São Pedro, MASP, TV Cultura e Festival de Inverno,

entre outros. Maestro Titular da Associação Schola Cantorum (1988-92), é Diretor do Conservatório Musical de Tucuruvi; professor de Regência de Banda e Orquestra no Forte das Artes de São Paulo, no Festival de Artes de Itu (95/98); e participou do Mapa Cultural de São Paulo, em 2000.

ORQUESTRA TLE - O SPALLA


Roberto Twiaschor iniciou seus estudos de música e violino com Anselmo Zlatopolsky, completando-os com Loris Pinheiro, que foi formado pela Academia Santa Cecília de Roma. Dedicando-se desde o início de suas apresentações à música de câmara, com o maestro Olivier Toni e Rogério Duprat, foi fundador, em 1956, da Orquestra de Câmara de São Paulo. Como 1º violino, Spalla ou solista da Orquestra de Câmara de São Paulo, participou de inúmeros concertos, principalmente no Teatro Municipal de São Paulo, no Rio de Janeiro (Teatro

Municipal e Sala Cecília Meireles), Brasília (quando em sua Inauguração participou como 1º violino, da execução da “Missa da Coroação” de Mozart), Belo Horizonte (Paço das Artes) , Curitiba (inauguração do Teatro Guaira) e outras cidades. Participou, como spalla da OCSP, dos concertos realizados na Itália (Festival Internacional de Lucca e Embaixada do Brasil em Roma) e no Teatro Daniel Soriano, em Dakar. Foi também um dos fundadores da Orquestra de Câmara L’Éstro Armonico (São Paulo). Atuou como solista no auditório Cláudio Santoro, durante Festivais de Inverno de Campos do Jordão. Foi professor do primeiro Festival de Música de Prados (M.G.), do qual tem participado nos últimos anos. Como spalla ou concertino, atuou com inúmeros maestros, entre os quais: Olivier Toni, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi, Isaac Karabtchevski, Roberto Tibiriçá, Roberto Schnorrenberg, Marcus Carvalho, Henry Schuman (EUA), Kohichi Hattori (Japão) e Ivo Cruz (Portugal). Foi professor do curso superior de violino do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde idealizou e organizou a única orquestra que o Conservatório teve em sua centenária existência, da qual foi spalla e diretor musical. Com essa orquestra, foi solista do concerto A Primavera, de Vivaldi, na Sala São Paulo. Em 2005 formou, com a pianista Silvia Orfão e o violoncelista Daniel Cesar Martins, o Trio Allegro, que deu origem à atual Camerata Allegro. Convidado pelo Teatro Lírico de Equipe, no início de 2007 foi um dos organizadores da Orquestra do Teatro Lírico de Equipe, na qual atua como spalla.


OTLE - Orquestra do Teatro Lírico de Equipe.

APRESENTAÇÃO

16/10/2011 - domingo - às 15h

Local: Parque da Água Branca - sala Tattersal

Duração aproximada: 1h30min


saiba mais :  http://tle.org.br/









ENTREVISTA COM PROFESSOR ROBERTO TWIASCHOR - VIOLINISTA

A repórter Renata Alves fez uma expedição pelo sertão alagoano e descobriu histórias bem brasileiras de sonho, amor, alegria e sofrimento. Maiara dos Santos quer dar uma vida melhor à sua família virando professora de violino, mas ainda faltava o instrumento. Um presente de um importante violinista pode mudar a vida dela para sempre.

http://noticias.r7.com/videos/jovem-violinista-namorada-desaparecida-e-cupido-do-sertao-sao-historias-de-alagoas/idmedia/4e923bb992bb101276975625.html

ORQUESTRA PINHEIROS - MUSICA EM CENA- SEGUNDA SESSÃO

Orquestra Pinheiros, formada por associados e convidados especiais, sob a regência do maestro Murilo Alvarenga


A Orquestra Pinheiros apresenta um novo espetáculo, com repertório composto por trilhas de cinema, teatro e televisão. Música em Cena – Segunda Sessão une as formas dramáticas de utilização da canção. Seja como tema, ambiente ou incidental, a música aparece, na apresentação da Orquestra, como personagem principal. Formada por associados e convidados, a Orquestra Pinheiros conta com mais de 40 músicos e, às vésperas de comemorar 10 anos, recebe, para essa apresentação, as cantoras Ana Taglianetti, Cris Cabianca e Rita Valente.
 
 
Abaixo, vídeos da apresentação em 08 e 09 de outubro de 2011 - CCR - ECP

Setections from E.T.

Jumpin' at the Woodside

Sing, Sing, Sing

Smile

Summertime

I Could Have Danced All Night

Isn't it Romantic

Too Close for Comfort

Moon Indigo

Hawaii Five-0

Mr. Lucky - Henry Mancini

More

Don't Worry, Be Happy

4 de out de 2011

Música em Cena – segunda sessão!


A Orquestra Pinheiros apresenta seu novo espetáculo: “Música em Cena – segunda Sessão!”. É um espetáculo novo com repertório de músicas de cinema, teatro e televisão – todas as formas de utilização dramática da musica, seja como tema, ambiente ou música incidental, a música como cenário ou condutor da ação. Sempre com histórias contadas com charme pelo maestro Murilo Alvarenga. A música como personagem principal.

A Orquestra Pinheiros, às vésperas de comemorar 10 anos de sua criação, é formada por associados e convidados, e vem recebendo novos participantes continuamente e hoje já conta com mais de 40 músicos. Este espetáculo conta ainda com participações especiais das cantoras convidadas Ana Taglianetti, Cris Cabianca e Rita Valente.

É um espetáculo grandioso feito com muito carinho:



Música em Cena – Segunda Sessão!


Sábado - 8 de outubro às 21h e


Domingo - 9 de outubro às 20h


Teatro do CCR.


Entrada livre para associados. (sujeito a lotação do teatro)

Orquestra Pinheiros

Ana Taglianetti, Cris Cabianca e Rita Valente

Criação, roteiro, direção musical e regência de Murilo Alvarenga

2 de out de 2011

HAWAII FIVE-O: "LIVE THEME MUSIC VIDEO"

Mr. Lucky by Henry Mancini

Mr Lucky - Henry Mancini - Played on a 1954 Seeburg jukebox

Frank SINATRA - More (Theme From Mondo Cane)

Misty - Frank Sinatra.divx

Mantovani & Orchestra play "Misty"

FOTOS ENSAIO ORQUESTRA PINHEIROS

Harry Connick Jr. - A Wink And A Smile

Mickey and Judy - 'Strike Up The Band (1940)

16 de jun de 2011

Beginning Strings - Frère Jacques (Trad.)

Carmen playing Schubert's Berceuse

Vivaldi Concerto for Strings 'Madrigalesco' in D minor, RV129

Vivaldi Concert in D-minor for strings, Madrigalesco

Johannes Brahms- Waltz

Bach - Violin Concerto in E major - I - Allegro

Bach - Violin Concerto in E major - II - Adagio

Bach - Violin Concerto in E major - III - Allegro assai

Andre Rieu - The Blue Danube

Jesus Alegria dos Homens - Bach - Harpa, violino e flauta

Jesu, Joy of Man's Desiring - Cantata BWV 147 - J.S.Bach

Julia Fischer - Inverno - As Quatro Estações - Vivaldi

Armaduras de Clave




A escala maior de Dó e a escala menor natural de Lá, não possuem nenhuma nota alterada. Mas para se construir estas escalas, começando em quaisquer outras notas, é necessário que se altere (através do uso de acidentes) uma ou mais notas. Por exemplo, na escala de Sol Maior é necessário alterarmos a nota Fá com um sustenido. Se quisermos compor uma melodia em Sol maior, deveremos alterar todas as notas Fá. Para evitar que tenhamos que escrever tantos acidentes, usamos as armaduras de clave.


A armadura de clave é colocada no início de cada pauta, entre a clave e a fórmula de compasso.








No fragmento melódico acima todas as notas Fá são sustenidos. Se quisermos escrever um fá natural, devemos colocar o sinal de bequadro antes da nota.






As escalas com sustenidos em sua armadura de clave são as seguintes:


















As escalas com bemóis em sua armadura de clave são as seguintes:






--------------------------------------------------


Fonte: Music Theory Web, © de José Rodríguez Alvira


Traduzido e publicado com autorização do autor


Se você gostou desta página, envie o link para os amigos via e-mail!


Nota: É necessário ter um programa de e-mails (Outlook, Eudora, Netscape, etc...). Não funciona por WebMail.

http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/teoria_musical/teoria_online/teoria_escalas/escalas_05.htm



Se você tem alguma sugestão ou reclamação, ou também tem artigos interessantes sobre o assunto, e gostaria de compartilhá-los, publicando-os neste espaço, entre em contato conosco.


Lembramos que os textos aqui postados são de responsabilidade de seus autores. Por isso, ao usar algum texto ou parte dele, mencione a origem da informação e o nome do autor do texto.
Música Sacra e AMúsica Sacra e Adoração - Distribuição de artigos completos autorizada, desde que citada a fontedoração fonte

31 de mai de 2011

Entrevista com Adriana Holtz por Pepê Mata Machado

Entrevista com Adriana Holtz


por Pepê Mata Machado
____________________________________________________
_________________________________________________________

ENTREVISTA EXCLUSIVA PARA CELLOBRAZIL!!!!
____________________________________________________________________


Ao final do workshop* com Adriana Holtz no SESC Vila Mariana, no primeiro semestre de 2010, perguntei se ela faria uma entrevista comigo para o site, esclarecendo para nós alguns pontos da sua técnica, e contando-nos um pouco da sua rotina agitada na cidade de São Paulo como integrante da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e do conjunto de câmara Quintal Brasileiro, afora outros projetos.
A entrevista foi concedida por e-mail e é publicada com exclusividade aqui no:

http://cellobrazil.blogspot.com/





30 de mai de 2011

MÚSICA E SUA ARTE-GRUPO DE ESTUDOS DO CENTRO EXPERIMENTAL DE MÚSICA DO CEM.ORQUESTRA- ESTÚDIO DE CORDAS- MAIO DE 2011.Prof. Leonel Dias

A música é, ao mesmo tempo, uma arte e uma ciência. Portanto, ela deve ser, ao mesmo tempo, emocionalmente apreciada e intelectualmente compreendida – e, como em qualquer outra arte ou ciência, nela não existem atalhos para alcançar mais depressa a mestria ou o conhecimento.O apreciador de música, que gosta de ouvi-la mas não entende sua linguagem, é como o turista que vai ao estrangeiro nas férias, encanta-se com a paisagem, as gesticulações dos nativos e o som de suas vozes, mas não consegue entender uma palavra do que elas dizem. Sente mas não podem compreender....


Prefácio do livro OPUS-86 – INTRODUÇÃO À MÚSICA OTTO KÁROLYI-Fonte: - –Ed. Martins Fontes




SONS E SÍMBOLOS


Som: o material da música


No princípio, podemos supor, era o silêncio. Havia silêncio porque não havia movimento e, portanto, nenhuma vibração podia agitar o ar – um fenômeno de fundamental importância na produção do som. A criação do mundo, seja qual for a forma como ocorreu, deve ter sido acompanhada de movimento e, portanto, de som. Talvez seja por isso que a música possua tal importância mágica para povos primitivos, significando frequentemente vida e morte. Ao longo de toda a sua história, em todas as suas diversas formas, a música manteve sempre sua significação transcendente.


O som só pode ser produzido por uma espécie de movimento. O movimento (ou vibração) proveniente de um corpo vibrátil – por exemplo, uma corda, ou a pele de um tambor – gera ondas de compressão que viaja através do ar até nosso ouvido. A velocidade com que o som viaja desde o corpo vibrátil até o ouvido é de cerca de 340 metros por segundo. Essa velocidade muda naturalmente de acordo com as condições atmosféricas. Além do ar, existem outros meios capazes de transmitir o som, como a água, a madeira, etc.;


Tratando-se principalmente do som “musical” e de seu uso artístico, nosso veículo transmissor de som é o ar.

 
ALTURA, VOLUME E TIMBRE


Altura


A percepção de altura é a capacidade para distinguir se um som musical é mais baixo (grave) ou mais alto (agudo) que outro. A freqüência (número de vibrações por segundo) do corpo vibratório é o que determina a altura de um som. Quanto mais alta for a freqüência de um som, maior a sua altura; quanto mais baixa a freqüência, mais baixa a altura. Os físicos demonstram isso com o seguinte experimento:


- Uma peça de metal é fixada de modo que fique em contato com uma roda dentada; quando a esta se imprime um movimento giratório, são produzidas vibrações no ar. Se a roda tiver, por exemplo, 128 dentes e, graças a um motor de rotação variável, a fizermos girar duas vezes por segundo, obteremos um som de 256 vibrações, ou ciclos por segundo (c/s). Se fizermos a roda girar uma vez por segundo, teremos um som de 128 vibrações, que será mais baixo que o som anterior, e assim por diante.


O limiar inferior da nossa audição é de cerca de dezesseis a vinte vibrações por segundo; o limiar superior, situa-se em torno das vinte mil vibrações por segundo. O que melhor ilustra o limite da extensão normal do som musical é o fato de que um coro misto produz sons entre as freqüências de 64 c/s e 1.500 c/s, e um piano de concerto de cauda inteira (com um teclado mais extenso do que um piano doméstico) de cerca de 10 c/s a 4.176 c/s.

Volume

Vimos que a altura de uma nota depende inteiramente da freqüência de sua vibração. O volume de uma nota depende da amplitude da vibração. Uma vibração mais (ou menos) intensa produz sons de maior (ou menor) volume*.


Muito volume (forte)   -  ~~~~~~~~~~~~~ 


Pouco volume (piano) -  ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


* Tratando-se de maior ou menor volume, é incorreto, do ponto de vista da terminologia musical, falar em som mais alto ou mais baixo, como se diz na linguagem corrente. Como vimos, altura de um som é coisa bem diferente de seu volume, e a ela se referem os termos altos (agudo) e baixo (grave). Os termos musicais corretos para muito e pouco volume são forte e piano .(N.R.)


Timbre


O timbre define a diferença de cor do som quando a mesma nota é tocada por diferentes instrumentos ou cantada por diferentes vozes. Assim, a “cor” de uma nota habilita-nos a distinguir diferentes instrumentos tocando a mesma música. Ninguém achará difícil distinguir o som de um trompete do de um violino. Mas, por que? Neste ponto intervém um dos mais fascinantes fenômenos acústicos: os harmônicos . A freqüência característica de uma nota é apenas a freqüência fundamental de uma série de outras notas que estão presentes simultâneamente à básica. A essas notas dá-se o nome de harmônicos (ou sons parciais). A razão pela qual os harmônicos não são distintamente audíveis é que a intensidade deles é menor do que a do fundamental. Mas eles são importantes porque determinam o timbre de uma nota e também proporcionam brilho ao som. O que no habilita a distinguir o timbre de, digamos, um oboé do de uma trompa é a instensidade variável dos harmônicos das notas reais tocadas.


O leitor pode imaginar que complexo padrão ondulatório uma grande orquestra produz!

Fonte: OPUS-86 – INTRODUÇÃO À MÚSICA OTTO KÁROLYI-Fonte: - –Ed. Martins Fontes


Publicação blog: (http://empausas.blogspot.com)


ElSA REGIS DOS ANJOS – VIOLINO




21 de mai de 2011

Tchaikovsky Nutcracker Suite - Russian Dance Trepak

Vivaldi quattro stagioni - La primavera

Carmen: Habanera performed by ULM Concert Choir & Orchestra

Coro Esclavos Hebreos (Va Pensiero), Verdi - Coro UdeC

NABUCCO - Coro dos Escravos Hebreus (Verdi)

Música no Museu

Quando : dia 22-05-2011.






Local : Museu da Casa Brasileira, Av. Brig. Faria Lima n. 2705, próximo ao Shoping Iguatemi e Clube Pinheiros.




Horário : 11:00 horas


Quem : Seis com Casca


Instrumentos : Piano, Contrabaixo acústico, Violino, Vibrafone e Bateria, Guitarra Elétrica.


Músicas de Astor Piazzola, Nino Rota , Bach, etc.


Alto nível.
 
 
Luiza Guerreiro

20 de mai de 2011

ORQUESTRA


Definição

Uma orquestra é um grupo musical típico da música clássica. Uma orquestra de pequena dimensão é chamada de orquestra de câmara. Já uma orquestra de grande dimensão é conhecida como orquestra sinfônica ou orquestra filarmônica.
A diferença entre estes dois tipos de orquestra é que a filarmônica é fundada pelos integrantes que a compõem, enquanto na sinfônica os integrantes são recrutados através de concurso público 
A origem da palavra orquestra vem do teatro da Grécia Antiga, sendo que este termo indicava a área compreendida ao espaço dedicado ao público (usado pelos dançarinos e instrumentistas) e o palco cênico.
 Uma orquestra sinfônica ou filarmônica formada normalmente por 50 a 100 instrumentistas. A orquestra de câmara costuma ter até 40 integrantes.
As óperas também costumam ser acompanhadas por uma orquestra.

Fonte: Imagens-google search
texto: www.suapesquisa.com



19 de mai de 2011

15 de mai de 2011

“A arte na mecânica do movimento”

Fiesp traz exposição “A arte na mecânica do movimento”




Redação em 27/04/11






Em parceria com o Município Sainte-Croix (Suíça), a Galeria de Arte da Fiesp traz a arte da mecânica em exposição, com curadoria do historiador Lucas Bittencourt.






“A arte na mecânica do movimento”, começou no dia 19 de abril e vai até 30 de junho, às segundas-feiras, das 11h às 20h, de terça à sábado, das 10h às 20 e aos domingos, das 10h às 19h. A entrada é Catraca Livre.


veja mais:   http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/04/fiesp-traz-exposicao

28 de abr de 2011

Você conhece todos os Instrumentos de uma Orquestra Sinfônica ?E os sons deles,individualmente, já conhecia?Verifique aquí.

Por  e.mail de Luiza Guerreiro  (via Recife)




Instrumentos de uma orquestra sinfônica.




Passe o mouse para conhece-los. Lúdico e para quem curte, super


gostoso de ver seu som e sua função dentro desse mundo de


possibilidades sonoras. Por ultimo acione o maestro.
 
 
http://www.fsspx-brasil.com.br/mjcb/downloads/Orquestra_sinfonica.swf
 
 
 

Niccolò Paganini (Gênova, 27 de outubro de 1782 – Nice, 27 de maio de 1840)



Niccolò Paganini (Gênova, 27 de outubro de 1782 – Nice, 27 de maio de 1840) foi um compositor italiano que revolucionou a arte de tocar violino. Em 1833 recusou Haroldo na Itália, peça para viola e orquestra encomendada por Hector Berlioz, alegando que seu solo era fácil demais.


SUA VIDA


Quando criança era constantemente obrigado pelo próprio pai a estudar violino muitas horas por dia, sob ameaça de castigos severos. Em seus primeiros concertos públicos foi considerado uma criança prodígio.


Após de libertar-se da custodia do pai déspota, começou a carreira como virtuoso do violino, em toda a Itália. Ficou famoso também pelo seu estilo da vida rebelde, freqüentemente gastando todo seu o dinheiro em jogos e diversões noturnas.


Durante os anos 1800-1805 desapareceu completamente da vida pública. Diz a lenda que passou estes anos na prisão.


Embora, no início de sua vida profissional desse os seus concertos apenas na Itália, sua fama como violinista-virtuoso logo espalhou-se por toda Europa.


Só em 1828 saiu da Itália para uma viagem de concertos no estrangeiro. Tocou na Áustria, Alemanha e França entre outros países, sempre com grande sucesso.


Os últimos anos da sua vida foram passados em Nice. Apesar de muito rico, ficou doente de tuberculose e não podia falar.


SEU ESTILO


O estilo de vida de Niccolò Paganini e a sua aparência mefistofélica deram origem a historias de que o seu
virtuosismo era devido a um pacto com o demônio. É mais provável que ele fosse portador de uma doença, a Síndrome de Marfan, cujos os sintomas típicos são os dedos particularmente compridos e magros.
Na história dos intérpretes do violino os pontos de referência mais importantes podem ser encontrados a partir do século dezessete. De uma parte isso é coerente com a origem do que hoje em dia é considerado um "verdadeiro" violino, e de outra com o desenvolvimento da legítima música instrumental na qual a virtuosidade se tornou cada vez mais importante.


Ainda que em séculos anteriores diversos instrumentos de cordas tivessem ficado conhecidos tais como o árabe redab e o violino medieval, o violino com quatro cordas não se transformou em padrão antes de que o estilo barroco viesse a surgir na Itália.


Com o novo idioma o estilo do instrumental concertante veio a florescer: embora tivesse havido definitivamente obras instrumentais anteriormente, elas tinham sido baseadas principalmente nos modelos vocais e o verdadeiro estilo virtuoso de execução desenvolveu-se durante o período no qual o “princípio concertante” estava se tornando gradualmente mais importante.


Os compositores mais importantes para o instrumento no século dezessete e na primeira parte do século dezoito foram italianos, tais como Marini, Corelli, Vivaldi e Tartini.


Só gradualmente é que outros países começaram a desempenhar algum papel, por exemplo, com Leopold Mozart (pai de Wolfgang Amadeus) que foi não somente um músico talentoso como também publicou um dos mais influentes métodos para a execução do instrumento.


Tão esquecido quanto possa estar Viotti em nossos dias, assim também é  Nicoló Paganini. Sendo um dos primeiros instrumentistas do romantismo musical. Paganini mostrou a pianistas do quilate de um Franz Liszt a forma de explorar a virtuosidade. Nascido em Gênova, Nicoló era forçado por seu pai a praticar desde a manhã até a noite. Quando tinha nove anos de idade foi para Parma a fim de estudar com o famoso violinista Alessandro Rolla.


Após ter executado o mais recente concerto de Rolla na primeira leitura, entretanto, o velho maestro aconselhouo a continuar os seus estudos em composição:"Nada tenho a lhe ensinar, meu menino, vá e procure Paer". É desnecessário dizer que a maioria das obras de Paganini foram escritas para violino.


Mesmo com diversas obras para violino e orquestra possam fazer parte das suas peças, o violinista somente
compôs cinco verdadeiros concertos para violino. A maioria deles foi composta quando já adentrado em anos, embora o Primeiro Concerto pode provavelmente ser datado de 1817.
Em todas as apreciações, cartas e outras fontes contemporâneas aparece o testemunho de como as platéias e os críticos reagiram à execução deste "violinista diabólico". E mesmo agora - ainda que Paganini tenha morrido há  mais de um século e meio - ele ainda aparece como um exemplo clássico da execução "virtuose" do violino.
 














http://www.youtube.com/watch?v=3nHJLbLqoBc




Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paganini


Agradecimentos:     



 
  http://www.patavinasjazzclub.com/Paginas/Home.php
 
Através de Luiza Guerreiro   pianista/violinista
e
Leopoldo, antigo integrante da orquestra do SESC

19 de abr de 2011

ORQUESTRA DE CORDAS FILADELFIA CONVIDA-alteração em data de reunião.

MUSICOS E REGENTES VOLUNTÁRIOS A PARTICIPAREM DE SEU PROJETO.

DIAS DE ENSAIOS: 4ªs  e/ou   5ªs  FEIRAS

19:30 horas

Local: Rua Petrobrás, 24

Bairro: Vila Antonieta
(ponto de ref: trav Av. Inconfidência Mineira)

Contatos:  7078-4541 (Renato)   e.mail: renato.tutelar@ibest.com.br

                 6356-5884 (Edson)    e.mail:  edson@projetofiladelfia.com.br



REUNIÃO GERAL DIA 09 DE MAIO ÀS 19:30 hs.
























26 de fev de 2011

BIOGRAFIA- ERIK SATIE

Eric Alfred Leslie Satie, compositor e pianista francês, nasceu em 17 de Maio de 1866 no distrito de Pont-l'Evêque, em Honfleur, na região da Normandia, França. Em Honfleur aprendeu piano com Gustave Vinot, discípulo de Niedermeyer e organista da igreja de Sainte-Catherine.




Teve dois irmãos mais novos, Olga e Conrad. Sua mãe, Jane Leslie Aston, era escocesa e morreu quando ele tinha 7 anos. Seu pai, Jules Alfred Satie, francês, foi morar em Paris e Erik foi criado por seu tio boêmio Adrien Satie.


Mudou-se para a capital francesa em 1878 e com 14 anos ingressou no Conservatório de Paris, onde foi depreciado pelos professores, sendo considerado medíocre, preguiçoso, imprestável e sem o menor senso de ridículo. Foi morar em um pequeno quarto na Rue Cortot 6, em Montmartre. Tornou-se pianista no Chat Noir (onde se apresentou ao gerente como sendo "gymnopedista") e Auberge du Clou onde conheceu Debussy. O título "Gymnopédie" é tido como derivado do antigo festival grego Gymnopaedia, dedicado ao deus Apollo, onde jovens nus dançavam ao som da música de flauta e lira.


Em 1891, influenciado pelo amigo Joseph-Aimé Paladan, ingressou na ordem Rosacruz, uma instituição voltada para o esoterismo, e também escreveu algumas músicas para as cerimônias rosacrucianas. Mais tarde fundou sua própria igreja, "L'Eglise Métropolitaine d'Art de Jésus Conducteur", da qual era o único membro, e excomungava todos que discordassem dele.


Em 1898 deixou Montmartre e se mudou para um modesto quarto na Rue Cauchy, 22, em Arcueil, subúrbio industrial de Paris, onde morou até sua morte. Caminhava nove quilômetros todos os dias para ir tocar em Montmartre.


Com quase 40 anos, surpreendeu a todos quando resolveu votar a estudar. Em 1905 ingressou na Paris Schola Cantorum e estudou contraponto e orquestração com Vincent d'Indy e Albert Roussel. Após 3 anos recebeu o diploma com a avaliação "très bien" (muito bom). Era um sujeito excêntrico e irreverente. Além de compor, Satie também gostava de escrever e fazer caricaturas, inclusive dele mesmo. Seus escritos autobiográficos, Mémoires d'um Amnésique, fizeram sucesso. Escreveu também Escritos em forma de Grafonola e Cahiers d'un Mammifére, um livro com poemas, canções e relatos que revelam seu estilo irônico.


Media 1,67 m. Era famoso por possuir 12 idênticos ternos cinza de veludo e fazia coleção de guarda-chuvas e cachecóis. Detestava sol. Tinha mania de comida branca: arroz, ovo, coco, peixe, nabo, queijo entre outras. Seu único amor foi a vizinha pintora e modelo dos pintores Renoir e Degas, Suzanne Valadon. O romance, que durou só 6 meses, começou em 14 de Janeiro de 1893 e Satie a pediu em casamento logo no primeiro dia, mas ela acabou casando-se com outro.


Foi o inventor da música ambiente, que ele chamava de musique d'ameublement. A música sendo usada como uma mobília, para preencher o ambiente. Segundo ele, era uma música que fizesse parte dos ruídos naturais e os levasse em conta, sem se impor, que tomasse conta dos estranhos silêncios que ocasionalmente caíam sobre os convidados, e que neutralizasse os ruídos da rua. Mas sua música não funcionava porque as pessoas insistiam em ficar quietas prestando atenção à sua performance. Daí ele gritou nervoso: "Falem alguma coisa! Mexam-se! Não fiquem aí parados só escutando!". Na época sua idéia pareceu uma piada.


Outra coisa interessante eram as instruções de interpretação que ele anotava em suas partituras.


Foi também um dos precursores do minimalismo, abolindo as estruturas complexas e sofisticadas, com absoluto despojamento e simplicidade da forma. Seu primeiro exemplo foi a peça Vexations, uma obra formada por 32 compassos que se repetem 840 vezes.


Foi mentor do grupo chamado "Les Six", uma banda de vanguarda que reagiu contra a influência do romantismo e do impressionismo na música. Esse grupo era composto por Darius Milhaud, Arthur Honegger, Francis Poulenc, Georges Auric, Louis Durey e Germaine Tailleferre, e tinha a supervisão de Jean Cocteau.


Ele e Picasso foram grandes amigos. Picasso disse inclusive que Satie foi uma das influências mais importantes em sua vida. Em 1917 os dois trabalharam juntos no ballet Parade, para o Ballet Russo de Diaghilev. Satie compôs a música, inovadora e original, na qual incorporou sons de máquina de escrever, sirene e tiro de pistola, e que foi objeto de escândalo. Picasso cuidou do cenário e do vestuário. E Jean Cocteau escreveu o argumento. Foi onde apareceu pela primeira vez o termo surrealismo, usado por Appolinaire sobre o Parade, para descrever uma criação artística que explora o mundo dos sonhos e do subconsciente. A palavra "surrealismo" descreveu mais tarde todo um movimento artístico e literário que viria a surgir.


Em 1918 escreveu Socrate, drama sinfônico, para quatro sopranos e pequena orquestra, com textos de Platão traduzidos por Victor Cousin, de uma austeridade extrema. Sua obra prima que marcou sua mudança de estilo e gênero.


A música de Satie foi na altura apreciada por poucos e desprezada pela maioria dos compositores e críticos musicais. Diversas fragilidades lhe costumavam ser apontadas, a mais importante das quais se referia à sua deficiente formação enquanto compositor e pianista. Dizia-se então que as suas miniaturas musicais com escalas pouco convencionais, harmonias estranhas e uma total ausência de virtuosismo instrumental eram apenas o reflexo de um compositor de fracos recursos técnicos. A verdade é que Satie tinha consciência das suas debilidades, tanto que em 1905 chegou a frequentar aulas com músicos prestigiados, abandonando por algum tempo a vida boémia a que se entregara com empenho — incluindo as sessões do Café du Chat Noir, em Montmartre, onde tocava todas as noites sob o nome de Gymnopédiste. Só que, entretanto, acabou por se desinteressar das aulas e, após cerca de 15 anos sem compor, decidiu retomar a composição e regressar à vida nocturna de Paris. Mas as suas peças continuaram a ser profundamente originais e discretamente subversivas, buscando inspiração num ambiente artístico estranho aos circuitos institucionais: os bares e cabarets que ele conhecia tão bem.